O etanol brasileiro extraído da cana-de-açúcar vem despontando no mercado internacional com preços atraentes não apenas pela eficiência da tecnologia utilizada, mas também por causa da pressão salarial sobre os trabalhadores da base da cadeia produtiva. A avaliação é do engenheiro de produção Paulo José Adissi, professor Universidade Federal da Paraíba (UFPB). "Essa maravilha de que o etanol brasileiro é ótimo, é barato, não é só por tecnologia física, é também uma tecnologia social, que extrai o sangue das pessoas", resume o especialista em exaustão no trabalho.
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quinta-feira, 9 de agosto de 2007
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